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Minoritário sai perdendo

Por André Rocha | De São Paulo

A aprovação pela assembleia para elaboração de novo laudo para calcular o preço a ser pago pelas ações em circulação da Redecard no fechamento do capital sinaliza um futuro incerto para a companhia. Os papéis sentiram isso.

No post "Dois erros não fazem um acerto", de 26 de março, comentei que o preço de R$ 35 oferecido aos minoritários pelo controlador Itaú Unibanco era justo, pois superava o preço-alvo médio de R$ 34,5 obtido pela "Bloomberg" com analistas de mercado. Além disso, disse que o preço-alvo para o Itaú pode ser superior ao indicado pelo mercado, pois o banco se apropriará das sinergias decorrentes da operação. Mas isso não significa que os minoritários façam jus a esse preço-alvo. Boa parte do valor da Redecard deriva da parceria comercial com o Itaú. E coloquei a provocação: "será que os minoritários comprariam as ações de Redecard caso, em teoria, o Itaú resolvesse vender sua participação a um preço inferior ao da oferta, por exemplo, R$ 20 por ação?".

 

 

Matéria publicada pelo Valor Econômico em 21/05/12. Para ler a íntegra, acesse o site do jornal:

http://www.valor.com.br/financas/2667124/minoritario-sai-perdendo

 

 


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