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Fundos mantêm horizonte de longo prazo na empresa

A BRF-Brasil Foods é há mais de um ano uma companhia de capital totalmente pulverizado. Desde março de 2011 não vigora mais o acordo de voto que unia os principais fundos de pensão (maiores acionistas) num posicionamento homogêneo.

As fundações Previ, Petros, Valia, Sistel e Sabiá estavam unidas por esse acordo desde 2006, quando decidiram levar a Perdigão para o Novo Mercado e passaram a ter o chamado controle minoritário - formavam o maior bloco de influência, mas sem a maioria absoluta do capital votante. Esse acordo venceu em março de 2011 e não foi renovado. O diretor de participações da Previ, Marco Geovanne, afirmou que o acordo poderá ser retomado a qualquer momento, se necessário, embora nada esteja sendo preparado.

A Caixa dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) ainda é a maior acionista individual, com 12,8% da empresa. Geovanne disse ao Valor que a Previ não teria motivos para se desfazer dessa participação neste momento.

Logo após a Previ, entre os maiores acionistas, vem o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, a Petros, com 10,3%.

Apesar do fim do acordo, a presença das fundações na base acionária oferece um caráter de continuidade. O conselho de administração da empresa ainda tem à frente Nildemar Secches, a quem é atribuído o trabalho de recuperação e crescimento da Perdigão após a aquisição pelos fundos.

 

 

 

Matéria publicada pelo Valor Econômico em 17/05/12. Para ler a íntegra, acesse o site do jornal:

http://www.valor.com.br/empresas/2663020/fundos-mantem-horizonte-de-longo-prazo-na-empresa

 


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