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notícias Mais empresas saem da Bolsa paulista


Mais empresas saem da Bolsa paulista

 

Desde o último trimestre do ano passado, sete empresas pediram o cancelamento de registro de companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Pelo menos quatro envolvem a participação de pequenos investidores (veja quadro). De janeiro a setembro de 2011, foram três. A maior operação em curso -e também a que mais tem despertado atenção- é a da Redecard, processadora de cartões de crédito controlada pelo Itaú Unibanco.

A oferta, que deve ser finalizada em agosto, com leilão de venda das ações, pode movimentar R$ 11,7 bilhões. Mas o preço oferecido pela instituição, de R$ 35 por ação, tem sido alvo de contestações desde que foi anunciado, em fevereiro. Em relatório de março, analistas do HSBC afirmaram que o preço deveria ser 11% superior, de R$ 39. Ontem, em teleconferência com analistas, o presidente do Itaú, Roberto Setubal, tentou convencer os minoritários de que o preço é justo.

MEIA-VOLTA

A exemplo da Redecard, outras duas empresas que planejam a saída da Bolsa, a CCDI e o UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha), fizeram sua oferta inicial de ações no boom de aberturas de capital, a partir de 2004. Mas, para a Bovespa, a movimento não é visto como uma regressão. "Faz parte da dinâmica do mercado que as companhias saiam", diz Cristiana Pereira, diretora de relacionamento com empresas e institucional da Bolsa.

 

 

 

Matéria publicada pela Folha de S. Paulo em 17/04/12.  Para ler a íntegra, acesse o site:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1077051-mais-empresas-saem-da-bolsa-paulista.shtml

 


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