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Prevalência da Techint pode levar a tag along

 

A Previ, Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, está entre os minoritários

O grupo Techint está mesmo no comando da Usiminas. Além de nomear o presidente da siderúrgica mineira no início do ano — o argentino Julián Eguren —, a companhia já destacou entre 35 e 40 executivos para cargos de comando, segundo apurou o BRASIL ECONÔMICO. Um deles, já noticiado à imprensa, é o vice-presidente Paulo Basetti, responsável pelas subsidiárias (Usiminas Mecânica, Usiminas Automotiva e Mineração Usiminas). Ele é sobrinho de Paulo Rocca, um dos sócios-controladores do grupo Techint.
A realidade de estar à frente dos negócios pode reforçar os argumentos dos acionistas minoritários, donos de ações ordinárias (ON, que dão direito a voto), de pleitear na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o xerife do mercado de capitais, o pagamento do tag along.
Esse é o mecanismo de proteção aos acionistas usado quando uma companhia de capital aberto tem mudança no controle acionário. Por meio dele, o novo acionista é obrigado a fazer uma oferta pública de aquisição (OPA) das ações que estão em circulação no mercado, por 80% do valor pago aos antigos controladores. Na transação que permitiu o ingresso da Techint no capital da companhia, o grupo pagou R$ 36 por ação da Usiminas, totalizando um desembolso da ordem de R$ 5 bilhões.
A Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) é um dos acionistas minoritários que pedem o pagamento de tag along.

 

 

Notícia publicada pelo Brasil Econômico em 28/03/12. www.brasileconomico.com.br

 

 


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