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Preço proposto para ação ordinária desagrada minoritário da Marisol

 

Minoritários detentores de ações ordinárias (com direito a voto) da Marisol, do ramo de vestuário, estão descontentes com o preço proposto na oferta pública de aquisição (OPA) para fechamento de capital da companhia.

O laudo elaborado pelo Bradesco BBI apontou o preço de R$ 3,05 tanto para as ações ordinárias quanto para as preferenciais. Esse valor embute um prêmio de 3% para os papéis sem direito a voto, negociados atualmente a R$ 2,96. Em relação aos papéis votantes, no entanto, o preço proposto implica um deságio de 7,6%.

Segundo apurou o Valor, o pedido de elaboração de um novo laudo de avaliação para o preço das ações teria partido da Companhia Valença Industrial, uma fábrica de tecidos da Bahia, que detém 24,75% das ações ordinárias da Marisol - o equivalente a uma participação de 10,2% do capital total da empresa.

Outros 7,57% dos papéis com direito a voto (representantes de 3,12% do capital total) estão nas mãos do fundo de investimentos em participações Salus.

Essa fatia foi adquirida da Companhia Valença em 14 de dezembro, poucos dias antes do anúncio da OPA por parte da Marisol, que ocorreu no dia 23.

 

 

Matéria publicada pelo Valor Econômico em 17/01/12. Para ler a íntegra, acesse o site do jornal:

http://www.valor.com.br/impresso/eu-investimentos/preco-proposto-para-acao-ordinaria-desagrada-minoritario-da-marisol

 

 


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