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O poder da minoria

Por Graziella Valenti, de São Paulo

O balanço do ativismo dos investidores em 2011 deixou como saldo a importante mensagem de que, cada vez mais, as companhias brasileiras devem esperar mais de seus acionistas do que apenas queixas silenciosas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em operações societárias controversas. Apesar de o país ter um mercado historicamente morno quando o assunto é participação dos minoritários, os acionistas estão cada vez mais conscientes de seu poder individual ou coletivo e já começam a descobrir como usá-lo e como chamar atenção para suas causas.

Houve um pouco de tudo no ano que passou. Logo de início, na temporada de assembleias, algumas empresas experimentaram o preço da falta de clareza ou transparência e não conseguiram, de primeira, aprovar a remuneração da administração. A construtora PDG foi uma das companhias que enfrentaram essa dificuldade. A empresa só conseguiu aprovar o tema em segunda convocação, após conversas com os acionistas.

A reorganização societária do grupo de telecomunicações Oi, cuja proposta teve início em maio e ainda não se concretizou, manteve seu histórico ruidoso com o mercado. Numa das etapas, o avaliador, que era o Citibank, declinou de entregar seus cálculos após receber uma carta da gestora de recursos carioca Polo Capital - minoritária do grupo - alertando para as obrigações legais da operação e os pontos polêmicos que julgavam existir na transação.

 

 

Matéria publicada pelo Valor Econômico em 17/01/12. Para ler a íntegra, acesse o site do jornal:

http://www.valor.com.br/impresso/eu-investimentos/o-poder-da-minoria

 


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