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Liquidez represada

 

Por Marina Falcão e Natalia Viri | De São Paulo

Além de intimidar a estreia de novas companhias na bolsa, o marasmo do mercado vem atrasando a vida das empresas que precisam adequar sua parcela de ações em circulação ao mínimo de 25% exigido pelos níveis de governança diferenciada da BM&FBovespa.

Tomando por base o atual valor de mercado das empresas desenquadradas, as operações para completar o chamado ´free float´ tem potencial para colocar em circulação, no mínimo, R$ 5,2 bilhões em ações - seja via oferta primária (com emissão de novos papéis) ou venda da fatia do controlador.
Pelo menos duas ofertas, da transmissora de energia Taesa e da Tereos, do setor de açúcar e álcool, estão engavetadas à espera de uma janela de oportunidade.

No caso da Taesa, a intenção é realizar uma oferta totalmente primária - em que os recursos vão para o caixa da empresa - até junho deste ano, conforme acordado com a bolsa, afirmou o presidente, José Aloíse Ragone.

´A questão está em pauta na companhia e estamos atentos ao compromisso, à espera de um momento oportuno´, ressaltou o executivo.
O controle da Taesa (antiga Terna) foi adquirido em 2009 pela Cemig, que foi obrigada a estender a oferta de compra de ações também aos minoritários. Com isso, atualmente, apenas 4% do capital da transmissora de energia permanece na bolsa.

 

 

Matéria publicada pelo Valor Econômico em 13/01/12. Para ler a íntegra, acesse o site do jornal:

http://www.valor.com.br/impresso/empresas/liquidez-represada

 

 

 

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